Mais de 10 mil metalúrgicos mobilizados por reajuste e direitos

A mobilização por reajuste salarial e renovação dos direitos da Convenção...

A mobilização por reajuste salarial e renovação dos direitos da Convenção Coletiva atinge a marca de 10.300 trabalhadores nesta quarta-feira, 29, na segunda semana do mutirão de assembleias da Campanha Salarial 2021 promovido pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. Hoje, foi a vez dos trabalhadores de Barueri, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus mostrarem disposição de luta pela pauta de reivindicações.

Nesta quarta, a diretoria do Sindicato mobiliza 5 mil trabalhadores de fábricas como Adelco, Brasforno, Tuba, Aplic, MIC, Irrigabras, Jas, S&S, Engrecon, Arim, Rossini e Nótria.

“Alguns setores da indústria começam a se recuperar e nossa categoria demonstra disposição de luta para buscar seu reajuste salarial e os direitos da Convenção Coletiva. Isso não é diferente aqui na região: os trabalhadores têm clareza de seus direitos e estão mobilizados por cada um deles ”, avalia o diretor do Sindicato Everaldo dos Santos.

Além do reajuste salarial, a categoria reivindica a valorização dos pisos, estabilidade para vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, entre outros direitos previstos na convenção coletiva.

Nesta quinta-feira, 30, o mutirão de assembleias acontece em fábricas de Alphaville, Tamboré e Carapicuíba. “O objetivo das assembleias é deixar os trabalhadores mobilizados e informados sobre o andamento da articulação da categoria pela a pauta de reivindicações. A nossa meta é fechar nossa Campanha Salarial até a nossa data-base, que é em 1º de novembro”, enfatiza o presidente do Sindicato, Gilberto Almazan.

Mais articulação – No próximo sábado, 2, a partir das 9h, os trabalhadores destes municípios se organizarão na sede do Sindicato em seminário regional para reforçar a mobilização.

Vale ressaltar que os metalúrgicos de Osasco e região participam da Campanha Salarial unificada, organizada pela Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, que representa cerca de 700 mil trabalhadores.

 

Fonte: Mundo Sindical